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terça-feira, 12 de julho de 2016

~ O que devemos fazer para alcançar a justiça divina?

Postado por Yasmin Lima às 15:34


Hoje quero falar de...

O que devemos fazer para alcançar a justiça divina?



Quando sentimos necessidade de alcançar a justiça divina, nós somos bem aventurados, como diz a palavra em Mateus 5:6 “Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos. “

Se nós queremos a justiça, é pq estamos nos sentindo injustiçados. Vamos analisar o antônimo da palavra justiça : Injustiça. O que é injustiça?

injustiça

substantivo feminino

1. 1.

ausência de justiça.

2. 2.

violação do(s) direito(s) de outrem.

E hoje quero falar da história de um homem que sofreu injustiças mas alcançou a vitória e esse homem é José.

Primeiro Filho de Jacó e Raquel, seu próprio nascimento foi um milagre, uma vez que Raquel não podia ter filhos. A bíblia fala que José por ser o filho de sua velhice, era o mais amado por Jacó e isso gerou muito ciúme em seus 10 irmãos, fazendo com que eles o odiassem.

E movidos por ciúmes, ódio e medo, decidiram vender José como escravo a um Ismaelita por 20 moedas de prata. O plano inicial era matá-lo, mas preferiram vender. A partir desse momento, começa uma sequência de injustiças na vida de José.

Chegando ao Egito, ele foi vendido a um oficial chamado Potifar. Deus estava com José e por onde ele passava tudo ia muito bem. E Potifar percebeu isso e confiou a sua casa e tudo que era seu aos cuidados de José.

A primeira lição que aprendemos de como alcançar a justiça divina, é se manter firme e fazer tudo com muito amor e para Deus. José poderia muito bem ter ficado frustrado por ter sido vendido pelos próprios irmãos e passar a viver uma vida de amargura e solidão, mas ele preferiu fazer tudo certo e com isso conquistou a confiança de Potifar.

No entanto, logo as coisas mudaram e mais uma injustiça chegou em sua vida. Sem querer ele despertou o desejo na mulher de Potifar. Ela queria se deitar com José, no entanto ele era um servo bom e fiel e fugiu dos assédios de sua senhora. Só que a mulher de Potifar forjou que José tinha assediado ela e como na fuga José deixou sua capa, isso fez com que a mentira fosse entendida como verdade. E isso fez com que José parasse em uma prisão.

E chegando na prisão ele conquistou a confiança do carcereiro e se tornou chefe dos presos.

Mesmo sendo injustiçado, José permanecia firme, adorando a Deus e confiando que Deus era poderoso para mudar sua situação. E um certo dia, Faraó mandou prender o padeiro e o copeiro. Na prisão, ambos tiveram um sonho e José interpretou os sonhos. O sonho do copeiro significava que em 3 dias ele seria solto e voltaria as suas funções no palácio, Já o do padeiro significava que em 3 dias ele seria morto.

A segunda lição que aprendemos é: deixar Deus nos usar com os dons que ele nos concede.
Pq ele nos dá os dons para utilizarmos na obra dele e não para a gente enterrá-los.

Como na parábola dos 10 talentos que nós possamos multiplicar os dons que Deus nos dá e não os enterrar.

José disse para o copeiro que se lembrasse dele quando voltasse ao palácio, no entanto a princípio o copeiro não fez isso. Um dia o rei teve dois sonhos e nenhum dos sábios e adivinhos do reino conseguiu interpretar. Foi nesse momento que o copeiro se lembrou de José e disse para o rei que conhecia alguém que seria capaz de interpretar os sonhos. Então o Rei mandou buscar José e lhe contou os sonhos. E José disse ambos significavam a mesma coisa; que haveria anos de muita fartura e 7 anos de fome. E além de explicar o sonho, ainda falou com o rei deveria proceder. Vendo isso, Faraó entendeu que ninguém melhor e mais sábio que José para tal função e nomeou José como governador do Egito. E foi aí que a justiça divina começou na vida de José. Ele cuidou de tudo e o Faraó lhe deu uma esposa.

A terceira lição que aprendemos é que em meio a luta, em meio a injustiça, não devemos murmurar e sim permanecermos firme, pq a justiça pertence ao Senhor e ele sempre nos dá vitória se permanecemos fieis a ele.
Os 7 anos de fartura passaram e o tempos de fome chegaram, assim como José tinha dito. E seus irmãos foram ao Egito comprar comida. E nesse momento se cumpriu o sonho que José tinha tido, onde os feixes de trigo dos irmãos se curvam em frente ao feixe dele. Os irmãos se curvaram diante dele. A princípio não o reconheceram, mas José os reconheceu. E aí José pede que eles tragam o irmão mais novo, eles voltam para o Egito com Benjamin e aí finalmente José revela quem ele é.

“E disse José a seus irmãos: Eu sou José; vive ainda meu pai? E seus irmãos não lhe puderam responder, porque estavam pasmados diante da sua face.

E disse José a seus irmãos: Peço-vos, chegai-vos a mim. E chegaram-se; então disse ele: Eu sou José vosso irmão, a quem vendestes para o Egito.

Agora, pois, não vos entristeçais, nem vos pese aos vossos olhos por me haverdes vendido para cá; porque para conservação da vida, Deus me enviou adiante de vós.

Porque já houve dois anos de fome no meio da terra, e ainda restam cinco anos em que não haverá lavoura nem sega.

Pelo que Deus me enviou adiante de vós, para conservar vossa sucessão na terra, e para guardar-vos em vida por um grande livramento.

Assim não fostes vós que me enviastes para cá, senão Deus, que me tem posto por pai de Faraó, e por senhor de toda a sua casa, e como regente em toda a terra do Egito.”


(Gênesis 45:3-8)

José deixou claro nesses versículos, que não era culpa de seus irmãos e sim tudo era plano de Deus. Era necessário passar pela prova para ser aprovado. É necessário passar por injustiça para alcançar a justiça. Era necessário que ele fosse na frente e que tudo isso acontecesse, para que ele ajudasse a sua família e muitas outras pessoas. Ele não tinha feito nada para passar por tudo isso, mas foi necessário. Ele compreendeu que tudo aquilo era plano de Deus e muitas vezes não entendemos os planos de Deus e ficamos nos perguntando o pq acontecem determinadas coisas com a gente, mas, no momento certo, Deus nos mostra o pq e o para que de todas as coisas.

A quarta coisa que aprendemos é a entender que a vontade do Senhor é boa, agradável e perfeita.
Não devemos perguntar pq e sim para que. O que nos parece injustiça, são apenas os planos de Deus. José não olhava par ao passado, e ele dava o seu melhor por onde passava.

José não perdia seu tempo lamentando e sim vivia e cumpria o seu papel, o seu chamado, era obediente, fiel e temente ao Senhor. E dessa forma ele alcançou a vitória e a justiça divina.

Às vezes é necessário passarmos por determinadas situações pois elas servem de experiência para ajudarmos outras pessoas. Precisamos de bagagens. É muito fácil adorar, ser fiel, quando tudo está bem. Na prova, na injustiça é onde Deus molda o nosso caráter. Nossa visão é muito limitada. Deus vê muito além de nós e os planos deles são perfeitos, pois a vontade dele é boa perfeita e agradável e todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus.

Graça e paz e até o próximo post.

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